Vejam esta notícia em ZH Online....
"Três municípios registram mais da metade dos furtos e roubos de veículos no RS em 2008. Em todo o Rio Grande do Sul, 30.382 carros foram levados por ladrões no ano passado - 09/01/2009 - Jocimar Farina | jocimar.farina@rdgaucha.com.br
Porto Alegre, Canoas e Caxias do Sul. Além de estarem entre os mais populosos do Rio Grande do Sul, esses municípios são os que, juntos, registraram mais da metade dos furtos e roubos de veículos em 2008: 52%. As três cidades têm, segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), 23% da frota de carros do Estado. Dos 10 municípios que mais contabilizaram esse tipo de ataque, sete ficam na Região Metropolitana. Esses 10 tiveram 75% dos casos. Somente em Porto Alegre, foram quase 7 mil roubos e mais de 5 mil furtos. De acordo com o chefe de investigações da Delegacia de Furto e Roubo de Veículos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), os bairros Bela Vista e Auxiliadora são os campeões de roubo e o bairro Bom Fim, especialmente a Rua Ramiro Barcelos, é o que mais apresenta furtos de carros na Capital. Segundo Roni Athaides, grande parte das quadrilhas que agem em Porto Alegre reside em outros municípios.
Já em Canoas, Novo Hamburgo e São Leopoldo — as duas últimas aparecem em quarto e quinto lugares —, os ladrões seriam moradores das próprias cidades, o que facilitaria nas rotas de fuga após os ataques.
Em todo o Rio Grande do Sul, 30.382 carros foram levados por ladrões no ano passado. Além de Caxias do Sul, as cidades do Interior que estão entre as 10 que mais tiveram furto e roubo de carros são Passo Fundo, em sexto lugar, e Pelotas, em décimo. Os números são da Secretaria Estadual da Segurança Pública."
LERAM A NOTÍCIA...
--> SEGUNDO A DFRV do DEIC PC-RS, os bairros BELA VISTA e AUXILIADORA são os campeões de roubo e furtos de carros na Capital. O NOSSO BAIRRO AUXLIADORA É UM DOS PRIMEIROS EM FURTO E ROUBO DE CARRO.
TEMOS QUE LUTAR COM AS ARMAS QUE TEMOS...
ABAIXOASSINADO NELES...
A mobilização social é um vigoroso instrumento de defesa de direitos e poderoso para pressionar os Poderes no exercício de seus deveres, obrigações, finalidade pública, observância da supremacia do interesse público, zelo dos recursos públicos e gestão voltada à qualidade de vida do povo. Não existe um futuro promissor para uma nação de cidadãos servis e acomodados que entrega o poder aos legisladores permissivos, a uma justiça leniente e aos governantes negligentes, perdulários e ambiciosos que cobram impostos abusivos, desperdiçam dinheiro público, sonegam saúde, submetem a educação, estimulam a violência, tratam o povo com descaso e favorecem a impunidade dos criminosos.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Moradores da Felipe Neri se levantam contra a insegurança na rua
Comunidade planeja criar associação na Felipe Neri
- Texto enviado pela leitora Luciane Ramos da Silva (Fonte: Zero Hora de 27/11/2008
“Sou moradora da Rua Felipe Neri, e, mais uma vez, um crime abala os moradores do bairro, mas nada é feito pela segurança pública. No mínimo, um assalto por dia acontece nessa rua, o que não é divulgado. Quinta-feira (dia 19 de novembro), os moradores se reuniram em um restaurante para decidir providências.
Primeiramente, optamos por formar uma associação dos moradores da rua. Serão feitas 30 faixas de protesto para colocarmos em frente às residências, conforme autorizados pelos síndicos, e na entrada das ruas que cruzam a Felipe Neri.
Ontem (domingo), um carro de um vizinho foi arrombado aqui na rua. Hoje (segunda-feira), na minha frente e de mais duas vizinhas, um rapaz branco, de boné, com cerca de 25 anos, levou um carro da vizinha do prédio ao lado. Ele estava armado e obrigou ela a entregar a chave do veículo. Isso aconteceu às 19h, dia claro, na frente das pessoas, como se fosse algo normal. Talvez se ela tivesse reagido, seria mais uma a morrer no mesmo local, em um intervalo de sete dias.”
A aparente tranqüilidade da Rua Felipe Neri foi rompida no dia 18 de novembro pelo tiro que atingiu o advogado e engenheiro civil Eduardo José Baum Salomon, 54 anos. Morto em circunstâncias ainda investigadas pela Delegacia de Homicídios, Salomon tinha um escritório naquela rua, para onde se dirigia no momento do crime.
Após o episódio, a comunidade do bairro Auxiliadora, transtornada, resolveu se unir contra a violência. O primeiro passo foi a realização de um encontro para discutir os problemas de segurança da região, e o segundo, a criação de uma associação de moradores, ainda em fase de planejamento.
Presidente interino da nova entidade, Alexandre Favero afirma que a proposta de uma associação existe há mais de dois anos. Segundo ele, o recente acontecimento fez com que as pessoas se mobilizassem. Agora, a comunidade deve iniciar uma série de reuniões para discutir questões pertinentes e “tentar melhorar a rua”.
– Estamos tentando resolver a questão da segurança, que é um problema não só da Auxiliadora, mas do Moinhos e da Bela Vista também – afirma.
Ainda para Favero, que há nove anos está ligado à região, esse é apenas o início de um caminho a ser traçado. Com a associação, os principais problemas a ser combatidos são roubo de carro, furto de estepe e pichação. A possibilidade de contratação de segurança privada também é estudada pelo grupo que participou da reunião.
COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Mais uma comunidade se levanta contra a insegurança na rua e no bairro onde vivem cidadãos reféns do medo. Preocupa a todos o desrespeito às leis, a total ausência do policiamento ostensivo, o enfraquecimento da polícia judiciária, a liberalidade do judiciário, as prisões caóticas, a inoperância do ministério público na defesa da cidadania, a inércia dos legisladores e a negligência do Executivo. O crime está tomando conta das ruas e os moradores estão acuados. Só um amplo levante de reação popular poderá tirar os governantes da cegueira e da omissão. Vamos "torpedear" de abaixo-assinado os Poderes de Estado e no período 2009-2010 vamos angariar assinaturas para mudar o sistema e as leis, ou então entrar com uma ação popular pedindo a redução drástica do númemo de parlamentares e corte na cota orçamentária prevista para os poderes legislativos em todos os níveis federativos.
- Texto enviado pela leitora Luciane Ramos da Silva (Fonte: Zero Hora de 27/11/2008
“Sou moradora da Rua Felipe Neri, e, mais uma vez, um crime abala os moradores do bairro, mas nada é feito pela segurança pública. No mínimo, um assalto por dia acontece nessa rua, o que não é divulgado. Quinta-feira (dia 19 de novembro), os moradores se reuniram em um restaurante para decidir providências.
Primeiramente, optamos por formar uma associação dos moradores da rua. Serão feitas 30 faixas de protesto para colocarmos em frente às residências, conforme autorizados pelos síndicos, e na entrada das ruas que cruzam a Felipe Neri.
Ontem (domingo), um carro de um vizinho foi arrombado aqui na rua. Hoje (segunda-feira), na minha frente e de mais duas vizinhas, um rapaz branco, de boné, com cerca de 25 anos, levou um carro da vizinha do prédio ao lado. Ele estava armado e obrigou ela a entregar a chave do veículo. Isso aconteceu às 19h, dia claro, na frente das pessoas, como se fosse algo normal. Talvez se ela tivesse reagido, seria mais uma a morrer no mesmo local, em um intervalo de sete dias.”
A aparente tranqüilidade da Rua Felipe Neri foi rompida no dia 18 de novembro pelo tiro que atingiu o advogado e engenheiro civil Eduardo José Baum Salomon, 54 anos. Morto em circunstâncias ainda investigadas pela Delegacia de Homicídios, Salomon tinha um escritório naquela rua, para onde se dirigia no momento do crime.
Após o episódio, a comunidade do bairro Auxiliadora, transtornada, resolveu se unir contra a violência. O primeiro passo foi a realização de um encontro para discutir os problemas de segurança da região, e o segundo, a criação de uma associação de moradores, ainda em fase de planejamento.
Presidente interino da nova entidade, Alexandre Favero afirma que a proposta de uma associação existe há mais de dois anos. Segundo ele, o recente acontecimento fez com que as pessoas se mobilizassem. Agora, a comunidade deve iniciar uma série de reuniões para discutir questões pertinentes e “tentar melhorar a rua”.
– Estamos tentando resolver a questão da segurança, que é um problema não só da Auxiliadora, mas do Moinhos e da Bela Vista também – afirma.
Ainda para Favero, que há nove anos está ligado à região, esse é apenas o início de um caminho a ser traçado. Com a associação, os principais problemas a ser combatidos são roubo de carro, furto de estepe e pichação. A possibilidade de contratação de segurança privada também é estudada pelo grupo que participou da reunião.
COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Mais uma comunidade se levanta contra a insegurança na rua e no bairro onde vivem cidadãos reféns do medo. Preocupa a todos o desrespeito às leis, a total ausência do policiamento ostensivo, o enfraquecimento da polícia judiciária, a liberalidade do judiciário, as prisões caóticas, a inoperância do ministério público na defesa da cidadania, a inércia dos legisladores e a negligência do Executivo. O crime está tomando conta das ruas e os moradores estão acuados. Só um amplo levante de reação popular poderá tirar os governantes da cegueira e da omissão. Vamos "torpedear" de abaixo-assinado os Poderes de Estado e no período 2009-2010 vamos angariar assinaturas para mudar o sistema e as leis, ou então entrar com uma ação popular pedindo a redução drástica do númemo de parlamentares e corte na cota orçamentária prevista para os poderes legislativos em todos os níveis federativos.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Moradores de Ipanema no Rio reagem para restabelecer a ordem pública no bairro
Vejam o belo exemplo que nos dão os moradores da cidade do Rio de Janeiro, diante da desordem pública que os atingem:
Fonte: O Globo Online - Blog Reporter de Crime - Jorge Antonio Barros - 03.11.2008
Ação Comunitária - Mais segurança em Ipanema
"O Projeto Segurança de Ipanema - criado por um grupo de moradores do bairro empenhados na preservação da lei e da ordem, pelo menos no seu quintal - realiza reunião com vereadores eleitos para discutir com eles estratégias e projetos relevantes para o estabelecimento da ordem urbana no bairro.
Ipanema saiu na frente. Não é à toa que foi território de gente de vanguarda como Leila Diniz. Depois o pessoal de outras regiões vai vir com a cantilena "por que ninguém fala do que a gente está fazendo aqui no nosso bairro"?
Os organizadores do projeto em Ipanema convidaram este repórter, mas infelizmente dessa vez não vai dar. Alguém tem que fechar o jornal.(...)
Quem sabe não criamos um prêmio do tipo "Ajude sua cidade a ser segura outra vez"? O importante é botar a cabeça pra funcionar, arregaçar as mangas e convocar a vizinhança contra o crime. Cuide da sua rua antes que um traficante a adote."
Fonte: O Globo Online - Blog Reporter de Crime - Jorge Antonio Barros - 03.11.2008
Ação Comunitária - Mais segurança em Ipanema
"O Projeto Segurança de Ipanema - criado por um grupo de moradores do bairro empenhados na preservação da lei e da ordem, pelo menos no seu quintal - realiza reunião com vereadores eleitos para discutir com eles estratégias e projetos relevantes para o estabelecimento da ordem urbana no bairro.
Ipanema saiu na frente. Não é à toa que foi território de gente de vanguarda como Leila Diniz. Depois o pessoal de outras regiões vai vir com a cantilena "por que ninguém fala do que a gente está fazendo aqui no nosso bairro"?
Os organizadores do projeto em Ipanema convidaram este repórter, mas infelizmente dessa vez não vai dar. Alguém tem que fechar o jornal.(...)
Quem sabe não criamos um prêmio do tipo "Ajude sua cidade a ser segura outra vez"? O importante é botar a cabeça pra funcionar, arregaçar as mangas e convocar a vizinhança contra o crime. Cuide da sua rua antes que um traficante a adote."
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Governadora, Deputados e Magistrados do RS. Estamos sendo atacados a mão-armada por bandidos motoqueiros no final da tarde.

Leiam esta notícia de Zero Hora - 30/10/2008
Duplas em motos agem na Capital. Motoqueiros armados atacam pedestres no final da tarde em bairro nobre
Baleado ao sair do trabalho na noite de terça-feira, um analista de sistemas de 35 anos tornou-se vítima das duplas de assaltantes que estão aterrorizando bairros nobres da Capital nos últimos meses.
Abordo de motos e protegidos por capacetes, criminosos investem contra pedestres, normalmente no fim da tarde, na saída dos turnos de trabalho. Segundo levantamento da Polícia Civil, pelo menos 50 casos foram registrados nos últimos três meses na região dos bairros Bela Vista, Mont’Serrat e Petrópolis.
– Cresceu muito de agosto para cá. É quase um caso por dia. O problema é que os capacetes impedem a identificação dos bandidos. As motos não são as mesmas, pois normalmente são roubadas só para fazer o assalto. Eles agem rápido, praticamente não deixam rastros – explica o chefe de investigação da 8ª DP, André Luís Berbigier.
Até terça-feira, não havia, porém, registros de disparos contra as vítimas. Depois de uma reunião de trabalho, o analista se dirigia para o estacionamento situado na Rua Anita Garibaldi, pouco antes das 21h, junto com um colega. Carregando mochilas, os dois pegariam os carros e seguiriam para casa. Próximo à igreja Nossa Senhora de Mont’Serrat, foram abordados por dois homens em uma moto. Armado, o carona apontou para o colega da vítima e anunciou o assalto. Assustado, o analista atirou a mochila para o pátio da igreja, para evitar que os ladrões levassem o seu notebook.
– Não faz isso, gritava o assaltante. Só ouvi o tiro e o grito do meu colega – contou o amigo da vítima.
Com a movimentação, o assaltante atirou no rapaz, atingindo-o no peito e perfurando o pulmão direito. Na seqüência, deu uma coronhada na nuca do colega, também analista de sistemas, de 31 anos, e pegou a mochila dele, contendo notebook e documentos. Os criminosos subiram na moto e fugiram pela contramão. A vítima do disparo foi levada por um taxista para o Hospital Mãe de Deus, onde permanecia internada até ontem na UTI.
Com o aumento do número de casos na região, a equipe de Berbigier foi para as ruas, executar o trabalho de abordagem de motos.
– Para coibir e tentar identificar esses criminosos, tivemos de partir para esse tipo de ação mais ostensiva – afirma.
O titular do Comando de Policiamento da Capital da Brigada Militar, coronel Jarbas Vanin, afirma que o déficit no efetivo atrapalha o trabalho de combater a criminalidade.
Brigada Militar perde efetivo - ZH 28 de maio de 2008 - FRANCISCO AMORIM
Enquanto 5.522 servidores se aposentaram entre janeiro de 2004 e o último dia 23, apenas 3.824 soldados foram nomeados no mesmo período. Há um perturbador descompasso entre o número de novos policiais que ingressam na Brigada Militar e os que se aposentam. O desequilíbrio na proporção entre contratações e aposentadorias leva a corporação a perder um PM por dia.
De janeiro de 2004 até o dia 23, 5.522 PMs foram para a reserva. No mesmo período, apenas 3.824 soldados foram nomeados. Ou seja: para cada três PMs que se aposentam, dois são contratados.
Nenhum oficial do primeiro escalão da BM arrisca um palpite sobre a possibilidade de o número de inativos superar o de PMs na ativa. Atualmente, são 16.810 aposentados e 22.133 no quadro. A única certeza entre eles é de que os concursos terão de ser regulares nos próximos anos para evitar que o déficit de pessoal aumente, pois a média de aposentadorias permanece constante.
- É só olhar o Diário Oficial do Estado para comprovar como o efetivo vem diminuindo. E o pior, não se pode fazer concurso de uma hora para outra. Fora isso, leva tempo formar um soldado - afirma o diretor do Departamento Administrativo da Brigada Militar, coronel Gilmar Leonhardt.
Nos bastidores, há quem defenda a realização de seleções anuais, calendário que levaria em conta o tempo gasto para a seleção do novo policial, entre 10 e 12 meses, e sua formação, de seis a oito meses. O argumento é de que isso permitiria um fluxo contínuo de ingressos.
- Temos capacidade de formar 1,5 mil soldados por semestre. Em tese, se houvesse recurso financeiro, a Brigada poderia preparar 3 mil policiais por ano - estima Gilmar.
Questionado sobre o longo intervalo entre o anúncio de um concurso e a divulgação da lista de aprovados, Gilmar explica que o processo é dividido em quatro fases eliminatórias: exames intelectual, médico, físico e psicológico:
- Entre cada uma das etapas, há prazos para recursos dos candidatos. Não podemos avançar enquanto não forem julgados. Sem falar que cada etapa precisa ser informada aos candidatos com oito dias úteis de antecedência.
Um exemplo do longo rito é o último concurso feito pela BM. O então governador Germano Rigotto determinou a abertura de 3 mil vagas em 17 de junho de 2005, mas a homologação do resultado final só foi publicada no Diário Oficial em 1º de junho de 2006.
Idéia é encurtar etapas de concurso
O diretor, no entanto, revela que é possível encurtar esse intervalo no próximo concurso, autorizado pela governadora Yeda Crusius no dia 19, mas ainda sem data de realização ou definição do número de vagas. Como o exame psicológico é a fase mais demorada, a idéia é aplicar os testes em um número de candidatos compatível com a possibilidade de nomeação imediata, diferentemente de como foi feito na última seleção.
- No último concurso, essa etapa consumiu dois meses. Isso porque aplicamos mais de 7 mil exames entre os aprovados nas primeiras três fases do concurso. Podíamos ter gasto menos tempo se tivéssemos feito os exames à medida que as nomeações fossem autorizadas. Se são abertas 3 mil vagas, mas vamos chamar agora apenas mil, o mais racional é fazer o exame em 2 mil candidatos, e não em 6 mil - explica.
O longo processo - Contratar PMs leva tempo. O último processo seletivo se estendeu por quase um ano entre o anúncio oficial e a divulgação dos aprovados. Depois, mais seis meses foram dedicados à formação dos alunos. Ou seja: foi necessário cerca de um ano e meio para que o aval de abertura de concurso se convertesse em PMs na rua.
COMENTÁRIO DO MULTIPLICADOR - Releiam a última linha do texto da reportagem sobre os motqueiros, onde o repórter dá destaque à afirmação do meu amigo, colega de farda e profissional zeloso e atento Cel VANIN. Ele é o comandante de todas as Unidades de Porto Alegre e oficial responsável pelo policiamento das nossas ruas disse o seguinte:
- O déficit no efetivo atrapalha o trabalho de combater a criminalidade.
Junto com a reportagem de Francisco Amorim, comprovam o nível de sucateamento do policiamento ostensivo no RS. A preocupação do eminente Oficial, tornada pública, é uma desculpa sem prazo para solucionar, pois não cabe a ele abrir concursos para inclusão na PM ou aumentar o salário de seus subordinados.
Só para se ter uma idéia, Porto Alegre tem uma população de 3.959.807 habitantes (IBGE/2007) e, de acordo com o índice de 300 policiais por habitante (EUA), a cidade precisaria de, no mínimo, 14.000 homens para atender todos os bairros. O problema que esta opção atualmente está obstruída pela lei de responsabilidade fiscal e é um estimulante político para negar qualquer aumento de salário na corporação.
Entretanto, caberia um aumento da cota orçamentária para o Executivo, disponibilizando uma autonomia orçamentária para saúde, educação e segurança, onde a presença do Estado deve ser ampla e os efetivos devem ser em grande quantidade devido à demanda de serviços, essenciais para convivência em sociedade.
Para que a Brigada Militar e a Polícia Civil sejam contempladas com efetivos e tenham efetivos motivados e valorizados, a população tem que se mobilizar, apoiando as forças policiais através de reivindicações à Governadora do Estado (responsável direto pela administração e funcionamento das polícias estaduais), à Assembléia Legislativa (responsável pelas leis aprovando concursos, salários e aumento de efetivos) e ao Presidente do Tribunal de Justiça (responsável pela aplicação das leis, prisão, processo e julgamento das pessoas detidas pela polícia e denunciadas pelo MP)
VAMOS MULTIPLICAR ABAIXO-ASSINADOS NAS NOSSAS RUAS. NÃO PODEMOS NOS SUBMETER AO PODER PARALELO E ENTREGAR AS NOSSAS RUAS E A CIDADE DE PORTO ALEGRE AOS CRIMINOSOS.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Mais uma VÍTIMA de ASSALTO na nossa REGIÃO - Vamos ter cuidado sem ter medo de reivindicar segurança.

Homem é baleado ao sacar dinheiro. Vítima teria sacado R$ 5 mil em agência e foi abordada dentro de cafeteria
Após a Operação Caravaggio da Polícia Civil desarticular em setembro uma quadrilha especializada no assalto a correntistas de bancos que agia em bairros nobres da Capital, um homem de 53 anos foi ferido na tarde de ontem durante ataque no bairro Moinhos de Vento. Conforme Gilberto Souza, chefe de investigação da 10ª Delegacia de Polícia (Bom Fim), por volta das 15h, a vítima, um representante comercial que pediu à Polícia para ter seu nome preservado, saiu da agência do Bradesco, na Rua Mostardeiro, após sacar R$ 5 mil. Ele teria seguido até uma cafeteria na Rua Doutor Florêncio Ygartua. Sem perceber, foi seguido por um homem que também entrou no estabelecimento e sentou-se ao seu lado.
– O ladrão anunciou o assalto, e a vítima não acreditou. Achou que era uma brincadeira – conta um policial.
Durante o ataque, o criminoso efetuou dois disparos. Um deles, atingiu o pé esquerdo da vítima. Em seguida, o ladrão saiu correndo levando o dinheiro. Do lado de fora da cafeteria, um comparsa o esperava em uma motocicleta. Questionada sobre a possibilidade de remanescentes do grupo preso em setembro estarem agindo na região, uma agente da Delegacia de Roubos que investigou por mais de três meses o bando sediado em Eldorado do Sul, acredita que o espaço deixado pela quadrilha pode estar sendo ocupado por outros criminosos interessados em cometer o mesmo tipo de crime:
– O pessoal daquela quadrilha está preso. Possivelmente, é um novo grupo agindo na mesma região.
Como se prevenir - Recomendações da Polícia Civil
> Evite sacar quantias elevadas de dinheiro no caixa
> Seja discreto. Solicite a quantia em voz baixa
> Não fique com cheques à mostra
> Não fale da operação que vai realizar com desconhecidos na fila
> Observe se não está sendo vigiado
> Saia com o dinheiro já guardado
> Se for esperar uma carona, aguarde dentro da agência, nunca na calçada
> Ao deixar o banco, observe se não está sendo seguido
> Se desconfiar de algo, volte e acione a Brigada Militar pelo telefone 190
Fonte: Zero Hora 28/10/2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
SEJA UM MULTIPLICADOR NA SUA RUA

Qual é o OBJETIVO PRINCIPAL do Movimento?
Garantir direito à liberdade e à paz no convívio em sociedade.
Quais são os OBJETIVOS ESPECÍFICOS do Movimento?
a.Exigir a presença da polícia na rua atuando na prevenção dos delitos;
b.Requisitar vigilância constante do Ministério Público;
c.Reivindicar um judiciário estadual ágil e próximo dos delitos, da polícia, dos presídios e da sociedade;
d.Determinar ação normativa parlamentar para criar um sistema mais ágil e eficáz que integre o Judiciário, o MP, o setor Prisional, as Polícias, a Defensoria Pública, a saúde (tratamento dos desvios e dependências) e a assistência Penal (controle e monitoramento das licenças judiciais) na preservação da ordem pública e no restabelecimento da paz social, reincluir o apenado e inibir a criminalidade e a impunidade.
PARA QUEM E ONDE MANDAR OS ABAIXO-ASSINADOS:
O MULTIPLICADOR coletará as assinaturas e mandará os abaixo-assinados para os PODERES DE ESTADO que governam o Estado do Rio Grande do Sul e que são responsáveis pelo ordem pública, nos seguintes endereços:
À Exma. Sra. Governadora do Estado do Rio Grande do Sul
Palácio Piratini, Praça Marechal Deodoro s/n
Porto Alegre - CEP 90010-282
Ao Exmo. Sr. Presidente da Assembléia Legislativa
Assembléia Legislativa - Praça Marechal Deodoro, 101
Porto Alegre/RS - Cep 90010-300
Ao Exmo. Sr. Presidente do Tribunal de Justiça do RS
Palácio da Justiça, Praça Mal. Deodoro 55
Porto Alegre – Cep – 90010-300
PARA DIVULGAÇÃO E CONHECIMENTO PÚBLICO:
O MULTIPLICADOR fará cópias e as mandará aos veículos de imprensa, tais como:
Grupo RBS
Avenida Ipiranga 1075
Porto Alegre – Cep 90160092
Rede Pampa de Comunicações
Rua Orfanotrofio 711,
Porto Alegre – Cep 91787030
PARA PARTICIPAR E RECEBER VIA EMAIL O MODELO DE ABAIXO-ASSINADO, FAÇA UM COMENTÁRIO NESTE SITE OU ENTRE EM CONTATO:
levante2008@gmail.com
PARA DIVULGAR O NOSSO MOVIMENTO, DIVULGUE ESTE BLOG. SE TODAS AS RUAS DE PORTO ALEGRE SE MOBILIZAREM, DAREMOS UM GRANDE EXEMPLO PARA O ESTADO E PARA O BRASIL:
http://levantedereacaopopular.blogspot.com
terça-feira, 7 de outubro de 2008
MULTIPLICADOR

Esta CORRENTE só vai dar certo se existir VONTADE, INICIATIVA e DISPOSIÇÃO de cada cidadão em DEFENDER...
- a VIDA - a sua vida, a de seus familiares e a de seus amigos;
- a LIBERDADE - o direito de ir e vir sem medo ou preocupação de ser assaltado ou morto;
- a RUA - a sua rua - a defesa de conviver em sociedade, de se relacionar, de visualizar e se encantar com a beleza da cidade.
PROCURA-SE - Procura-se pessoas dispostas a multiplicar os abaixo-assinados, passando a idéia para outros pessoas, também indignadas com a atual desordem pública, de forma a se multiplicarem em defesa da sua rua. Pessoas dispostas a coletar assinaturas e remeter os abaixo-assinados para a Governadora, para o Presidente do Tribunal de Justiça, para o Presidente da Assembléia Legislativa, e cópias para os veículos de comunicação de cidade. O custo será a taxa do correio de cada remessa e um pouco do tempo, que, por certo, deverão retornar em forma de PAZ.
MULTIPLICAR - Ser um MULTIPLICADOR é ter PRÓ-ATIVIDADE...
- CÍVICA - defesa dos direitos coletivos e do bem comum, providos pela vontade e iniciativa popular em prol do BAIRRO, da Cidade de PORTO ALEGRE, do Estado do RIO GRANDE DO SUL e da República Federativa do BRASIL. Nosso lar, nossa terra, nosso país.
- CIDADÃ - defesa dos direitos fundamentais (individuais e corporativos)garantidos pela constituição e que devem ser providos pelos Poderes LEGISLATIVO, EXECUTIVO e JUDICIÁRIO.
REAJA - Não basta ficar criticando A ou B e permanecer imóvel, calado, tolerante, conivente, abstraído e desatento ao que ocorre ao seu redor. A liberdade e a vida estão ameaçadas por poderes paralelos e presentes no crime e na violência diária, fazendo com que as pessoas se recolham amedrontadas e impotentes às suas fortalezas e à individualidade, desprezando o relacionamento interpessoal, a beleza da cidade e a convivência em sociedade.
AGORA - A REAÇÃO deve começar agora, sob pena de rendição peremptória dos direitos e entrega aos poderes paralelos dos princípios que movem a democracia e a república.
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